Violência contra a mulher? – Desde quando violência tem sexo?

7 novembro 2010 4 comentários

Acho incrível quando vejo com tanta frequência no noticiários sobre o tema violência contra a mulher. Não, repudio todo e qualquer tipo de violência contra qualquer que seja o gênero, idade ou condição social! Muitas vezes fala-se nesse tema como se todos do sexo masculino fossem monstros e como se própria mulher não pudesse ter atitudes violentas, inclusive contra homens!

No noticiário recente, mostrou-se como mulheres agem tão traiçoeiramente quanto homens, como por exemplo no caso de uma filha que planejou a morte de seus próprios pais ou no de uma procuradora aposentada que maltratou uma menina indefesa de 2 anos. ou até mesmo no caso de mulheres que defendem o aborto.

Está aí! Quando uma pessoa mata outra, ela pega pesadas penas, mas quando uma mulher mata um bebê que nem nasceu e nem teve a mínima chance de se defender, sequer é noticiado! Pergunto agora a qualquer um que defenda o aborto: defenderia que sua mão lhe abortasse? O aborto é um assassinato dos mais covardes, pois a vítima não tem a mínima chance de se defender. Eis aí um exemplo dos mais eloquentes de violência por parte das mulheres.

A lei “Maria da Penha” é parcial ao tratar em proteger somente mulheres, como se os homens também não merecessem proteção em caso de violência doméstica. E isso ocorre muito, muito embora não seja noticiado ou divulgado. A questão é que, muitas vezes, tal como no caso das mulheres, muitos homens têm vergonha e se sentem intimidados em denunciar seus cônjuges.

Reproduzo na íntegra alguns argumentos extraídos desse link : http://www.portalnatural.com.br/index.php/saude-mental/familia-casal-e-filhos/694-mitos-e-realidades-sobre-abuso-domestico-contra-homens

” Será que só mulheres sofrem de abuso doméstico? São os homens sempre os agressores? Confira a resposta para esta e outras perguntas.

Mito 1 – Somente homens que são frágeis permitem ser abusados por mulheres – Homens de verdade também são fisicamente vítimas de mulheres agressivas através de socos, pontapés nos testículos, beliscões, atacados quando dirigindo, etc. O que eles, que não são covardes e nem tímidos, fazem para se defender dos ataques femininos é tentar bloquear os golpes, porque sabem que se revidassem poderiam ferir gravemente a mulher agressora.

Mito 2 – O abusador é a pessoa maior e mais forte e a vítima é a menor e a mais fraca – Uma pessoa de 1 metro e 60 cm de altura com forte tendência para a violência e muito raivosa pode causar muito dano em alguém de 1 metro e oitenta de altura que pesa mais mas não é violenta. Peso, altura e/ou ser musculoso não são bons indicadores se um homem será vítima ou agressor. Este mito focaliza apenas os aspectos físicos da violência doméstica. Um abusador não necessita ser grande ou forte para atirar um facão em outra pessoa, chicotear com corda ou fio elétrico grosso, picotar a roupa ou ameaçar chamar a polícia mentindo que está sendo abusada. Violência é assunto de escolha pessoal, não de tamanho do corpo. Homens que procuram ajuda por serem atacados por mulheres relatam que receberam tiros de arma de fogo, foram agredidos com objetos pesados, tiveram um braço quebrado, a mulher agressora jogou o carro contra eles, foram apunhalados, etc.

Mito 3 – Mulheres usam violência doméstica somente em autodefesa – Homens vítimas de mulheres agressivas contam o que ocorreu com eles: “Liguei meu carro e ela ficou parada atrás dele com o bebê. Daí ela pôs o bebê no chão da garagem onde eu não o podia ver, daí eu não podia sair.” “Ela estava ‘ligada’ pela cocaína e me esfaqueou na barriga. Fiquei dois dias no hospital internado. Me perguntaram se eu queria fazer uma denúncia e disse que não porque não queria que a mãe de meus filhos fosse presa.”

Mito 4 – Se o abuso foi muito mau, o homem poderia sair de casa porque é mais fácil para ele deixar um relacionamento – Alguns ataques de mulheres contra homens ocorrem sem serem provocados. Deixar impune estes ataques passam a mensagem às mulheres e crianças de que não tem problema usar a violência se a pessoa é mulher e que não há consequências para estas ações violentas. A maioria das vítimas diminue a gravidade da violência por causa da culpa, vergonha, porque outros não crêem ou se recusam a ouvir. Abandonar o lar é em geral o mais difícil de ser feito, e comumente é mais difícil do que permanecer. Abusadores podem se tornar mais violentos e ameaçadores se a vítima diz que vai se retirar. Deixar um ambiente violento requer dinheiro, hospedagem, transporte, apoio, etc. Relatórios indicam que homens vítimas de mulheres abusivas permanecem no lar por razões semelhantes às que elas têm: a)Para proteger os filhos da mãe abusiva; b)Família é importante e eles casaram para vida toda; c)O abusador controla as finanças; d)O abusador faz promessas de mudanças e procurar ajuda para seu comportamento abusivo; e)Eles amam suas esposas e não querem terminar o relacionamento, mas somente os abusos, f)Eles se sentem culpados pelos abusos ou dizem que eles são culpados.

Mito 5 – Os programas que lidam com a violência doméstica oferecem os mesmos serviços para ambos, homens e mulheres vítimas de violência feita pelo parceiro – Mesmo nos Estados Unidos não é fácil encontrar alguma agência que tenha recursos para ajudar homens vítimas de violência doméstica. Geralmente oferecem somente para crianças, adolescentes e mulheres acima de 18 anos de idade.

Mito 6 – Vítimas do sexo masculino são tão raras que não existe necessidade de serviços aptos a ajudá-los. Dificilmente homens procurarão ajuda – Eles procuram ajuda quando sofrem violência doméstica se existem tais serviços. Uma agência norte-americana relata que recentemente recebeu 434 telefonemas de homens pedindo orientação do que fazer diante das violências da esposa. Destes, 70 pediram ajuda para ficar numa hospedagem por uma ou duas noites até que as coisas pudessem amenizar.

Mito 7 – Pesquisadores revelam que em 95 à 98% dos casos de violência doméstica as mulheres são vítimas e homens são os abusadores – Nos EUA o Serviço Nacional de Atendimento à Violência Doméstica verificou que em 2003 cerca de 74% dos telefonemas vieram de mulheres, 12% de homens e 14% de gêneros desconhecidos. Recentemente uma pesquisa publicada pelo Departamento Norte-Americano de Justiça estimou que 4 milhões e 500 mil agressões físicas contra mulheres e 2 milhões e 900 mil contra homens ocorrem anualmente naquele país. Ataques contra homens somam 39% do total. Estima-se que violência contra homens feitas por mulheres atinja algo entre 15 a 35% de todas as vítimas por ano. (Tjaden, P. & Thoennes N. (2000). Full Report of the Prevalence, Incidence, and Consequences of Violence Against Women, Findings From the National Violence Against Women Survey, NCJ 183781 pp. 26-2. Frieze, Irene Hanson. 2005. Hurting the One you Love. USA: Wadsworth publishing. www.domesticabusehelpline.org)”

Violencia domestica também existe contra homens

Violencia domestica também existe contra homens

Por isso mesmo, começo aqui com uma série de postagens enfocando, não só essa questão, como também outras questões expondo as raízes podres do feminismo.

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Pensamento do mês de Fevereiro

“Por causa da imbecilidade de alguns é que muitos se prejudicam.”

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Pensamento do mês…

22 janeiro 2008 Deixe um comentário

” Pessoas boas podem tornar-se más. Fazer o que é bom exige esforço, para fazer o que é mau basta acomodar-se.”

Prosseguindo com a série Pensamentos, estarei publicando pelo menos um pensamento por mês. É importante meditar no que fazemos e em como estamos conduzindo nossas vidas. Muitas vezes um bom pensamento, um bom ditado ou um bom provérbio podem dar-nos orientação e tornar nossa ações bem sucedidas. A própria Bíblia tem inúmeros provérbios e pensamentos muito úteis, tais como os livros de Provérbios e de Eclesiastes. Espero que esta nova seção neste site possa ser bem útil.

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Uma pequena pausa…

3 janeiro 2008 Deixe um comentário

Não estou postando muito ultimamente por causa das férias…
Estou dando um tempo para mim mesmo, mas ainda neste mês
de Janeiro tudo voltará ao normal.
Aguardem….

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Tem um pendrive com tecnologia U3 smart?

14 dezembro 2007 Deixe um comentário

Essa tecnologia, (infelizmente só pra Windows – e nem todo Windows – 98 e ME ficam fora), permite que você carregue programas pessoais pra todo canto. De navegador Web a compactadores de arquivos e Players de Áudio e Vídeo. Até OpenOffice portátil!

Esta tecnologia está presente em versões mais recentes de pendrives da Kingston e da Sandisk. O Cruzer Micro U3 Smart, em versões de 1GB a 4GB é um exemplo. Porém nem todo programa se acha para u3. É que pendrives com esta tecnologia não aceitam instaláveis .EXE mas .U3P. Porém há como driblar em parte isso. Um pequeno programinha gratuito chamado “Package Factory” permite converter alguns programas em formato .EXE em formato .U3P. Abaixo o link para download:

Link

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Apagou algum arquivo acidentalmente?

30 novembro 2007 Deixe um comentário

Sabe daquelas vezes que você apaga acidentalmente aquela monografia para conclusão de curso do seu HD e entra em desepero? Pois saiba que pode haver esperança !

Quando você deleta um arquivo do memory key (pen drive) ou HD, você simplesmente marca-o para sobrescreve-lo. Se por algum motivo copiar outro arquivo para o dispositivo, ele irá sobrescrever aquele que você apagou.

Por isso, a primera coisa a fazer quando se deleta um arquivo acidentalmente é não salvar mais nada no dispositivo (HD ou pen drive). No ambiente DOS havia um comando chamado UNDELETE que possibilitava a recuperação de tais arquivos perdidos. Atualmente há alguns aplicativos que fazem isso de forma eficaz em modo gráfico.

Há o SoftPerfect™ File Recovery que não necessita de instalação. Ambos podem lhe tirara deste sufoco.Há também o Avira UnErase Personal (para uso pessoal) que pode ser achado no site da Avira. (Inclusive há um excelente antivírus gratuito para uso pessoal por lá também.) Porém eu achei o primeiro de melhor qualidade – não trava e não precisa ser instalado.

E da próxima vez , presta mais atenção ao que está deletando! :P

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